domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal!

2º Natal do blog, e vamos ter o 3º natal, 4º, 5º e muitos outros...
Que o espírito natalino venha encher seus corações com muita paz e amor, feliz natal para vocês! Merry Christmas! =)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Chuva arrasa Belo Horizonte


A prefeitura de Belo Horizonte decretou situação de emergência por causa das chuvas que atingiram a cidade durante a semana. O decreto foi publicado neste sábado (17) no Diário Oficial do Município (DOM). De acordo com o meteorologista da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Arthur Chaves, entre domingo (11) e este sábado (17) choveu na capital mineira 258 milímetros, o que representa 88 por cento do esperado para dezembro (292 milímetros).

Ainda segundo Chaves, neste mês o índice de chuva em BH já é de 400 milímetros. A Defesa Civil municipal informou que não há registro de vítimas na cidade. No último balanço divulgado pelo órgão na noite desta sexta-feira (16), foram contabilizados 86 deslizamentos de encostas; 18 pontos de alagamentos e inundações; e 11 imóveis foram destruídos ou danificados. Não há pessoas desabrigadas ou desalojadas na cidade.

A meteorologia prevê que a chuva continua, mas pode diminuir em BH até esta segunda-feira (19). Porém, segundo a Cemig, uma nova frente fria deve atingir a capital mineira nesta terça-feira (20) e a previsão é de mais chuva, porém de forma diferente. “Com a chegada dessa frente fria, o tipo de chuva deve mudar, passa de chuva continua a pancada rápida”, explicou Chaves.

16 cidades em emergência
Contando com o decreto de Belo Horizonte, 16 municípios estão em situação de emergência em Minas Gerais. De acordo com o boletim divulgado pela Defesa Civil estadual, a cidade histórica de Mariana foi a última a decretar emergência, nesta sexta-feira (16). Ainda segundo o boletim, em Mariana, há 200 desalojados e 88 desabrigado. Duas pessoas morreram por causa da chuva no estado.

As outras cidades que decretaram situação de emergências por causa de ocorrências relacionadas a chuva são: Abre Campo, na Zona da Mata; Alpercata, na Vale do Rio Doce; Buritizeiro, no Norte; Dom Joaquim, na região Central; Espera Feliz, na Zona da Mata; Faria Lemos, na Zona da Mata; Formiga, no Centro-Oeste; Itamarandiba, no Vale do Jequitinhonha; Leopoldina, na Zona da Mata; Mathias Lobato, no Vale do Rio doce; Ponte Nova, na Zona da Mata; São Domingos do Prata, na Zona da Mata; São Sebastião da Vargem Alegre, na Zona da Mata; Vieiras, na Zona da Mata.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

União Euroásiática


O reforço das relações na antiga zona soviética têm sindo tema principal dos últimos discursos do primeiro-ministro Vladimir Putin. Na semana passada Putin falou sobre a sua idéia de criar a União Euroasiática na entrevista coletiva dada aos chefes das principais redes de televisão e na reunião com os Chefes de Estado da CEI em São Petesburgo. Também foram tomadas medidas concretas: a 18 de outubro os primeiros-ministros dos países da Comunidade dos Estados Independentes assisnaram um acordo de livre comércio entre os países-membros.
De acordo com os analistas russos essa será a política da possível presidência de Vladimir Putin.

Os objetivos do governo, segundo Putin, serão: criar condições para o desenvolvimento e diversificação da economia para a criação de uma base economica nova e moderna, além de melhorar a vida dos cidadãos russos. Putin afirmou que a questão da corrida presidencial não está resolvida e por isso não se pode afirma, antes da hora, quem será o novo presidente.

Existem críticos que dizem que seu eu for às urnas, não haverão eleições. Mas para o cidadão comum sempre haverá opções de voto.

Vladimir Putin reconheceu que tal opção foi discutida com o atual presidente Medvedev 4 anos atrás e ficou resolvido que, se esse período for bem sucedido, eles terão o direito de fazer as suas propostas sobre o futuro governo. Putin disse que as propostas foram feitas, mas haverá só uma opção, pela qual poderão votar os cidadãos russos. Recentemente, a imprensa, principalmente a ocidental, têm feito "previsões apocalípticas": depois das eleições de 2012 a política da Rússia mudará radicalmente. A base de tais afirmações são feitas pelo fato que o presidente Medvedev é visto pelo Ocidente como um defensor da "humanização": como exemplo às reformas judiciais e do sistema carcerário. Putin, no entanto, é visto como defensor do governo "linha dura". De qualquer forma, não há previsão de uma mudança radical na política russa. No desenvolvimento estratégico a posição do conjunto político é igual, disse Vladimir Putin.

O primeiro-ministro foi questionado sobre a sua idéia de criação da União Euroasiática e a reação do Ocidente, onde esse plano é tido como uma ambição imperialista para reavivar a União Soviética. Putin em resposta disse que o projeto é uma união economica com base na União Aduaneira da Rússia, Belarus e Cazaquistão e do Espaço Economico Comum, mantendo a soberania política de cada país-membro. Putin fala:

Primeiramente nós fundamos a União Aduaneira. Agora nós estamos falando que em primeiro de janeiro serão começará a funcionar o Espaço Economico Comum. Conforme o passar do tempo faremos todas as alterações legislativas necessárias nos nossos países. Em meados de 2015 nós poderemos começar a realizar as idéias da criação da União Euroásiatica, se agirmos tão energicamente quanto agora. A União terá como finalidade a integração entre os países-membros.

No que se refere à reação dos países ocidentais, a integração dos países-membros da União Européia hoje é muito mais profunda, do que entre as repúblicas da União Soviética. Processos como esse existem e na América do Sul e na America do Norte. O que nós vemos aqui é a política de padrões duplos: eles podem, mas quando falamos da Rússia - lembram-se das ambições imperiais. Putin aconselhou os críticos ocidentais à fazerem o seu dever: combater a inflação galopante e o aumento da dívida pública

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Crise da dívida pública da Zora Euro


Tornou-se público que durante anos o governo grego assumiu profundas dívidas, gastando descontroladamente, o que contrariava os acordos econômicos europeus. Quando chegou a crise financeira global, o déficit orçamental subiu e os investidores exigiram taxas muito mais altas para emprestar dinheiro à Grécia.

A crise começou com a difusão de rumores sobre o nível da dívida pública da Grécia e o risco de suspensão de pagamentos pelo governo grego. A crise da dívida grega teria sido iniciada no final de 2009, mas só se tornou pública em 2010. Resultou tanto da crise econômica mundial como de fatores internos ao próprio país - forte endividamento (cerca de 120% do PIB) e déficit orçamentário superior a 13% do PIB.

A situação foi agravada pela falta de transparência por parte do país na divulgação dos números da sua dívida e do seu déficit. Segundo o economista Jean Pisani-Ferry, nos últimos dez anos, a diferença média entre o déficit orçamentário real e a cifra notificada à Comissão europeia foi de 2.2% do PIB.

Diante das sérias dificuldades econômicas da Grécia, a União Europeia adotou um plano de ajuda , incluindo empréstimos e supervisão do Banco Central Europeu. O Conselho Europeu também declarou que a UE realizaria uma operação de bailout do país, se fosse necessário. A ameaça de extensão da crise a outros países, nomeadamente Portugal e Espanha, levou-os a tomar medidas de austeridade.

Segundo alguns analistas, em última instância, essa crise poderia significar rebaixamento das dívidas de todos os países da Europa. Os ataques especulativos à Grécia foram considerados por alguns, inclusive pelo governo grego, como ataques à Zona Euro - através do seu elo mais fraco, a Grécia.

Todos os países da Zona Euro foram afetados pelo impacto que teve a crise sobre a moeda comum europeia. Houve receios de que os problemas gregos nos mercados financeiros internacionais despoletassem um efeito de contágio que fizesse tremer os países com economias menos estáveis da Zona Euro, como Portugal, República da Irlanda, Itália e Espanha que, tal como a Grécia, tiveram que tomar medidas para reajustar as suas contas.

A partir de março de 2010, a Zona Euro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) debateram conjuntamente um pacote de medidas destinadas a resgatar a economia grega, que foi bloqueado durante semanas devido em particular a divergências entre a Alemanha, economia líder da zona, e os outros países membros. Durante essas negociações e perante a incapacidade da Zona Euro de chegar a um acordo, a desconfiança aumentou nos mercados financeiros, enquanto o euro teve uma queda regular e as praças bolsistas apresentavam fortes quedas.

Finalmente, em 2 de maio de 2010, a União Europeia (UE) e o FMI acordaram um plano de resgate de 750 milhões de euros para evitar que a crise se estendesse por toda a Zona Euro. A essa medida adicionou-se a criação, anunciada a 10 de maio, de um fundo de estabilização coletivo para a Zona Euro. Ao mesmo tempo, todos os maiores países europeus tiveram que adotar os seus próprios planos de ajuste das finanças publicas, inaugurando uma era de austeridade.

A crise provocou nova discussão sobre a coordenação econômica e integração fiscal da zona, sendo apontadas as faltas de um tesouro e de um orçamento consolidado da Zona Euro como problemas mais importantes.

Empréstimos a Grécia
Em 2 de maio, os países da Zona Euro, o FMI e a Grécia chegaram a um acordo, envolvendo empréstimos no valor de 110 bilhões de euros ao país e condicionado à execução de um programa de ajuste estrutural da economia grega. Em 8 de maio, o presidente francês Nicolas Sarkozy e a chanceler alemã Angela Merkel anunciaram que os 16 países da Zona Euro iriam elaborar um plano de defesa da moeda europeia, até a abertura dos mercados, no dia 10, para evitar novos ataques especulativos à moeda europeia. A base jurídica para tal plano repousa no artigo 122-2 do tratado europeu, que estipula que "quando um estado-membro experimentar dificuldades, ou uma séria ameaça de graves dificuldades, em razão de catástrofes naturais ou de acontecimentos excepcionais que escapem ao seu controle, o Conselho, a partir de proposta da Comissão, pode conceder, sob certas condições, assistência financeira da União ao estado-membro em questão."

A chanceler Merkel ressaltou a determinação dos líderes europeus em blindar o euro contra a especulação. Merkel disse também que os líderes europeus estão indo além do plano de resgate para a Grécia, pois avaliam que "a estabilidade da Zona do Euro como um todo ainda não está assegurada apenas com o programa grego". Segundo ela, todos os membros da Zona do Euro devem "de forma segura e rápida" reduzir seus déficits orçamentais. Merkel ressaltou a necessidade de uma regulação mais forte para o mercado financeiro. Já o presidente Sarkozy declarou que "o euro é um elemento essencial da Europa. Nós não podemos deixá-lo na mão de especuladores".

Empréstimos a Portugal
Em 16 de maio de 2011, os ministros das finanças da Zona Euro aprovaram oficialmente o empréstimo de 78 bilhões de euros a Portugal. O empréstimo será dividido igualmente pelo Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira, pelo Fundo Europeu de Estabilidade Financeira e pelo Fundo Monetário Internacional. De acordo com o ex-ministro das finanças português, Teixeira dos Santos, a taxa de juro média do empréstimo deverá rondar os 5,1%. Portugal torna-se assim no terceiro país da Zona Euro, após a Irlanda e a Grécia, a receber apoio financeiro internacional para suplantar dificuldades financeiras.

Estima-se que entre 30.000 e 70.000 portugueses passaram a trabalhar nas ex-colônias (principalmente Brasil e Angola) durante a época da crise financeira.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Somos cobaias do Governo?



Sim, claro que somos cobaias do governo! Veja, a prova Brasil é uma prova que avalia o aprendizado dos estudantes brasileiros.

Por que o IDEB brasileiro só aumenta? Essa é uma pergunta fácil de responder!
Veja bem amigos, se a prova Brasil é o que avalia o aprendizado dos estudantes Brasileiros, por que eles colocam questões tão absurdas para os estudantes responderem, que nos fazem de palhaços? A já sei a resposta, é por que eles fazem questões tão fáceis que todo mundo acerta, e como todo mundo acerta, a nota fica boa né? E se a nota ficar boa o IDEB sobe! Eeeeeee, olha como somos enganados pelo governo Brasileiro.

Veja um exemplo de uma questão da prova Brasil de 9º anos:

Juca ganhou 10 bolinhas de gude em seu aniversário, e ficou com 74 bolinhas. Quantas bolinhas Juca tinha antes do seu aniversário? (nossa é muito difícil de responder)

Gente até meu primo de 8 anos resolve isso, eu dei pra ele resolver, e ele conseguiu, olha só!

Não podemos deixar que o governo faça isso com a gente, fazendo a gente de palhaços de de cobaia, por que eles colocam a gente numa sala, com uma prova pra testar nossos conhecimentos de 2ª série, marcam tempo, e ainda fazem a pesquisa sobre isso, é a mesmo coisa que fazem com Ratos de laboratório, só que a escola é o laboratório, o governo são os cientistas, e nós estudantes somos as cobaias.

Não podemos aceitar essa ofensa do governo, colocar questões tão fáceis, subestimando nossa inteligência, e ainda diz que tem gente que não consegue resolver isso? A tenha dó né?!

E ainda colocam um questionário no final da prova, perguntando as seguintes coisas:

Você tem mãe?
Você mora com sua mãe?
Sua mãe fez até que ano de escola?
Sua mãe sabe ler?
Você tem geladeira?
Você tem DVD ou Video cassete? (por que perguntaram isso, será que vão dar pra gente de presente?)
Você tem banheiro em sua casa?
Você tem televisão?
Qual sua data de aniversário?
Que ano você nasceu?
AAAAAAAA pelo amor de Deus, já faz uma porcaria de prova, e ainda vem perguntar sobre minha casa e minha família!

Não podemos aceitar isso, olha só como somos cobaias do governo, eles fazem pesquisa com a gente, nos usam para fazer pesquisas pra eles.

Não aceite essa ofensa, não se deixe virar palhaço do Governo!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Yin e Yang


Yin Yang é, na filosofia chinesa, uma representação do príncipio da dualidade de yin e yang, o conceito tem sua origem no tao (ou dao), base da filosofia e metafísica da cultura daquele país.

Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são:
Yang: o princípio ativo, diurno, luminoso, quente.
Yin: o princípio passivo, noturno, escuro, frio.
Também é identificado como o tigre e o dragão representando os opostos.
Essas qualidades acima atribuídas a cada uma das dualidade são, não definições, mas analogias que exemplificam a expressão de cada um deles no mundo fenoménico. Os princípios em si mesmos estão implícitos em toda e qualquer manifestação.
Os exemplos acima não incluem qualquer juízo de valor, e não há qualquer hierarquia entre os dois princípios. Assim, referir-se a yang como positivo apenas indica que ele é positivo quando comparado com Yin, que será negativo. Esta analogia é como a carga elétrica atribuída a protons e electrons: os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.
O diagrama do Taiji simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da mente e do físico. Yang (branco) e Yin (preto) integrados num movimento contínuo de geração mútua representam a interação destas forças.
A realidade observada é fluida e em constante mutação, na perspectiva da filosofia chinesa tradicional. Portanto, tudo que existe contém tanto o princípio Yin quanto o Yang. O símbolo Taiji expressa esse conceito: o Yin dá origem ao Yang e o Yang dá origem ao Yin.
Desde os primeiros tempos, os dois polos arquetípicos da natureza foram representados pelo claro e pelo escuro, pelo inflexível e pelo dócil, pelo acima e pelo abaixo.
O Yang, o poder criador era associado ao céu e ao Sol, enquanto o Yin corresponde à terra, ao receptivo, à Lua. O céu está acima e esta cheio de movimento. A terra - na antiga concepção geocêntrica - está em baixo e em repouso. Dessa forma, Yin passou a simbolizar o repouso, e Yang, o movimento. No reino do pensamento, Yin é a mente intuitiva, complexa, ao passo que Yang, é o intelecto, racional e claro. Yin é a tranquilidade contemplativa do sábio, Yang a vigorosa ação criativa do rei.